Não é mais novidade para ninguém que o uso dos lasers de baixa e alta potência nas diversas especialidades da odontologia, proporcionam inúmeros benefícios aos tratamentos convencionais.

“Como qualquer tecnologia, é necessário que o dentista passe por uma curva de aprendizagem e tenha um mínimo de conhecimento para utilizá-lo no dia a dia clínico. Estudar e acompanhar os novos protocolos baseados na literatura científica atual também farão a diferença nos resultados clínicos e na saúde do nosso paciente”, afirma a Doutorara Tatiana Franco @dratatianafranco, expert no assunto.

Sempre escutamos a pergunta: qual o tipo de laser deve ser indicado no meu caso?

Antes de mais nada, uma boa anamnese e avaliação clínica são estratégicas para o correto diagnóstico e um plano de tratamento adequado com laser. Seja na terapia de Fotobiomodulação ou laserterapia, onde é usado o Laser de baixa potência ou numa cirurgia realizada com o Laser de alta potência.

Sabendo disso, vamos conhecer quais são os tratamentos a laser existentes
dentro da área odontológica!

O laser de Diodo de BAIXA POTÊNCIA, atua nas células, dos diferentes tecidos, proporcionando efeitos analgésicos, modulação da inflamação, da reparação tecidual e antimicrobianos. Em fungos, bactérias e vírus, são percebidos através da terapia fodinâmica antimicrobiana aPDT em que é associado um corante fotossensível que absorve a luz laser, provocando a morte celular. Dentre as principais indicações da laserterapia podemos citar:

👉 Estomatite infantil: lesões herpéticas na cavidade bucal causadas por vírus;
👉 Mucosite Oral: inflamação das mucosas da boca e/ou trato gastrointestinal semelhantes a aftas, oriundas dos tratamentos oncológicos;
👉 Xerostomia: sensação de boca seca devido a secreção insuficiente ou nula de saliva na boca;
👉 Aftas e Herpes: lesões na cavidade oral que causam muita dor;
👉 Dores orofaciais: acometem a região da boca, face, cabeça e pescoço, e apresentam causas diversas;
👉 Parestesia: sensações de formigamento, frio, calor, agulhadas e pressões em locais sem estimulação;
👉 Paralisia Facial: remete à perda de movimentos da face;
👉 Hipersensibilidade: dentes sensíveis à alimentos e bebidas geladas ou quentes;
👉 Trismo: pequena abertura bucal por paralisação involuntária dos músculos mastigatórios;
👉 Doenças autoimunes: Lesões de líquen plano, pênfigo, penfigóide bolhoso e outras, podendo estar presentes em toda a boca;
👉 Após cirurgias periodontais, remoção de dentes, colocação de implantes e outras.

O laser de Diodo de ALTA POTÊNCIA atua cortando e vaporizando tecidos moles, substituindo o bisturi em cirurgias sem sangramento, menos dor no pós-operatório e rápida cicatrização, diminuindo assim a ingestão de medicamentos. Dentre as principais indicações do laser cirúrgico, podemos citar:

👉 Frenectomia: consiste em cortar/remover o freio labial ou lingual;
👉 Gengivoplastia: elimina o excesso de tecido gengival;
👉 Biópsias: procedimento cirúrgico que consiste em colher amostras de tecidos ou células para estudo em laboratório;
👉 Cirurgia pré-protética: Prepara a região ao redor do dente que receberá uma prótese;
👉 Redução microbiana: reduz bactérias em cirurgias, nos tratamentos de periodontia e endodontia;

👉 Lesões incipientes de cárie (manchas brancas).

✨Agora que você já sabe um pouco mais sobre os Lasers de Diodo, em breve falaremos sobre o Laser de Erbio: YAG, que remove cárie e corta tecido duro(osso), além de outras aplicações.

⚠️ A dica é sempre a mesma: procure sempre um dentista atualizado e que utilize os lasers na sua prática clínica.
⚠️ Os tratamentos com Lasers precisam ser indicados com muita seriedade e conhecimento.
⚠️ Exija isso do seu dentista! A tecnologia precisa fazer parte do seu tratamento e do seu bem-estar.


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Sim! Portanto, leia com atenção!

O bruxismo em crianças tem se tornado uma preocupação crescente nos últimos anos, relacionado á vida moderna e atribulada. É definido como uma atividade involuntária e repetitiva dos músculos mastigatórios, caracterizada por apertar ou ranger os dentes. Pode ser de dois tipos: do sono (noturno) ou da vigília, quando o paciente está acordado.

A prevalência do Bruxismo do Sono na população infantil varia atualmente de 5,9% a 49,6% e o diagnóstico é feito por meio de relatos de pais e/ou responsáveis, exame clínico e exame de polissonografia.

Quais os fatores associados?

Vários fatores podem estar associados ao Bruxismo infantil:

– Estresse
– Doenças Neurológicas
– TDAH (Transtorno do déficit de atenção)
– Refluxo
– Genética (21 a 50%)
– Alguns Fármacos
– Obstrução das Vias Aéreas Superiores
– Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono
– Hábitos para dormir (luzes e barulhos)

Quais as consequências do Bruxismo do Sono?

– Desgaste e/ou fraturas dos dentes
– Presença ou não de mobilidade dentária
– Dor na articulação temporomandibular
– Dor de cabeça
– Fadiga ou Hipertrofia dos músculos mastigatórios

O bruxismo do sono está entre as condições clínicas odontológicas que motivam a procura ao Odontopediatra, sendo muitas das vezes a queixa principal. O hábito parafuncional impacta negativamente a qualidade de vida da criança e da família, compromete o período de sono de ambos, além de estar associado a outras alterações.

O Bruxismo do sono infantil é uma desordem do sono que gera muita preocupação aos pais/responsáveis e pode causar sérios danos às estruturas orofaciais se não for controlado.

Existe tratamento para o Bruxismo Infantil?

Atualmente, existem diversos tipos de tratamentos propostos para esta desordem, tais como o uso de placa oclusal, a higiene do sono, uso de medicamentos, ortopedia facial, toxina botulínica, homeopatia e terapias comportamentais. Todas focadas em controlar o Bruxismo do Sono, que envolve uma abordagem interdisciplinar.

Não há ainda evidência científica disponível acerca do melhor tratamento para esta alteração, mas torna-se necessário que o dentista tenha conhecimento das características, saiba diagnosticar e, ao menos, encaminhar o paciente.

A higiene do sono e as técnicas de relaxamento parecem melhorar a desordem, devendo ser considerada a primeira linha na abordagem do paciente com Bruxismo do Sono, pois não é invasiva, é de fácil execução e parece melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Quem deve acompanhar a criança com Bruxismo do Sono?

O Odontopediatra é o especialista que detém conhecimento aprofundado e é capaz de eleger sempre o melhor tratamento/controle para o paciente, favorecendo o prognóstico da criança e de seus familiares.

Por ser uma desordem de origem do sistema nervoso central, o Bruxismo do Sono não tem cura, mas tem controle! E o Odontopediatra deve acompanhar de perto, prevenindo e gerenciando as consequências durante todo o crescimento e o desenvolvimento da criança.



Resp. Técnica: Dra. Tatiana Franco
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