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Sim! Portanto, leia com atenção!

O bruxismo em crianças tem se tornado uma preocupação crescente nos últimos anos, relacionado á vida moderna e atribulada. É definido como uma atividade involuntária e repetitiva dos músculos mastigatórios, caracterizada por apertar ou ranger os dentes. Pode ser de dois tipos: do sono (noturno) ou da vigília, quando o paciente está acordado.

A prevalência do Bruxismo do Sono na população infantil varia atualmente de 5,9% a 49,6% e o diagnóstico é feito por meio de relatos de pais e/ou responsáveis, exame clínico e exame de polissonografia.

Quais os fatores associados?

Vários fatores podem estar associados ao Bruxismo infantil:

– Estresse
– Doenças Neurológicas
– TDAH (Transtorno do déficit de atenção)
– Refluxo
– Genética (21 a 50%)
– Alguns Fármacos
– Obstrução das Vias Aéreas Superiores
– Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono
– Hábitos para dormir (luzes e barulhos)

Quais as consequências do Bruxismo do Sono?

– Desgaste e/ou fraturas dos dentes
– Presença ou não de mobilidade dentária
– Dor na articulação temporomandibular
– Dor de cabeça
– Fadiga ou Hipertrofia dos músculos mastigatórios

O bruxismo do sono está entre as condições clínicas odontológicas que motivam a procura ao Odontopediatra, sendo muitas das vezes a queixa principal. O hábito parafuncional impacta negativamente a qualidade de vida da criança e da família, compromete o período de sono de ambos, além de estar associado a outras alterações.

O Bruxismo do sono infantil é uma desordem do sono que gera muita preocupação aos pais/responsáveis e pode causar sérios danos às estruturas orofaciais se não for controlado.

Existe tratamento para o Bruxismo Infantil?

Atualmente, existem diversos tipos de tratamentos propostos para esta desordem, tais como o uso de placa oclusal, a higiene do sono, uso de medicamentos, ortopedia facial, toxina botulínica, homeopatia e terapias comportamentais. Todas focadas em controlar o Bruxismo do Sono, que envolve uma abordagem interdisciplinar.

Não há ainda evidência científica disponível acerca do melhor tratamento para esta alteração, mas torna-se necessário que o dentista tenha conhecimento das características, saiba diagnosticar e, ao menos, encaminhar o paciente.

A higiene do sono e as técnicas de relaxamento parecem melhorar a desordem, devendo ser considerada a primeira linha na abordagem do paciente com Bruxismo do Sono, pois não é invasiva, é de fácil execução e parece melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Quem deve acompanhar a criança com Bruxismo do Sono?

O Odontopediatra é o especialista que detém conhecimento aprofundado e é capaz de eleger sempre o melhor tratamento/controle para o paciente, favorecendo o prognóstico da criança e de seus familiares.

Por ser uma desordem de origem do sistema nervoso central, o Bruxismo do Sono não tem cura, mas tem controle! E o Odontopediatra deve acompanhar de perto, prevenindo e gerenciando as consequências durante todo o crescimento e o desenvolvimento da criança.


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No artigo de hoje falaremos sobre uma doença muito comum em bebês e crianças pequenas: a estomatite.

O que é estomatite?

A estomatite infantil ou estomatite herpética primária é uma infecção viral bastante comum e traumática para as crianças. É caracterizada por muitas feridas bucais, febre e mal-estar, que impossibilitam a criança de se alimentar, impactando muito sua saúde e sua qualidade de vida.

A prevalência ocorre em bebês e na faixa etária de 1 a 5 anos, quando as crianças ingressam nas escolas, apresentam baixa imunidade ou estão sob forte stress.

O primeiro episódio desta infecção viral é sempre pior e depois o vírus fica alojado até uma nova diminuição da imunidade para se manifestar. Essa lesões são muito dolorosas em toda a boca, podendo se espalhar até a garganta. Geralmente a criança que tem gengivoestomatite herpética primária, terá Herpes quando adulto.

Outras infecções virais comuns e muito semelhantes às estomatites, são a doença mão-pé-boca e a herpangina. Ambas são causadas pelo vírus Coxsackie e cursam com febre alta e lesões dolorosas na boca.

Portanto, se você notar o aparecimento da estomatite infantil em um desses lugares na boca do seu filho, recomendamos que procure imediatamente um dentista especializado para evitar a proliferação e aumento do desconforto.

Qual o papel do laser na estomatite infantil?

A fotobiomodulação, conhecida como laserterapia, tem se mostrado extremamente eficaz no controle imediato da dor causada pela estomatite infantil, devido ao potencial analgésico e anti-inflamatório, além de acelerar a cicatrização das lesões e a recuperação rápida das crianças, quando comparada aos tratamentos convencionais.

O tratamento com laser não dói, apresenta resultados rápidos e a Luz é bastante atrativa para as crianças aceitarem os tratamentos.

Existe algo mais preocupante para uma mãe do que ver seu pequeno sofrendo e sem se alimentar?

O diagnóstico precoce dessas doenças é sempre a melhor solução. Procure um odontopediatra especializado que realizará uma avaliação, diagnóstico e o melhor planejamento para a Laserterapia, que é sem dúvidas, o melhor tratamento para o seu filho(a).

Venha conhecer a Innovara, clínica odontológica na Barra da Tijuca, e traga toda a sua família para exames de rotina que poderão ajudar na prevenção e tratamento de várias doenças. Esperamos você aqui!


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Mamãe, você sabia que os primeiros cuidados odontológicos do seu pequeno devem começar ainda na gestação? É nela que você aprenderá a criar bons hábitos diários para a saúde do seu bebê, além de saber como manter essa rotina ao longo dos anos, tornando a infância e a adolescência do seu filho cheia de saúde e sem complicações bucais.

Além das consultas regulares ao dentista, você também pode acompanhar as nossas dicas aqui no blog. No artigo de hoje, por exemplo, falaremos sobre a odontopediatria com laser. Você já ouviu falar nessa novidade? É uma tecnologia que utiliza a luz laser para trazer inúmeros benefícios terapêuticos e preventivos para as crianças.

Os lasers ganham destaque por apresentarem muitos benefícios, podendo ser associados ou não aos tratamentos convencionais. Ainda são poucas as clínicas que oferecem essa tecnologia e a Innovara é uma delas. Estamos sempre nos atualizando para oferecer o melhor para você e seu filho(a).

Tipos de laser usados na Odontopediatria

Ao realizar os procedimentos, o especialista deve avaliar a condição clínica e fazer um correto diagnóstico, a fim de indicar qual equipamento utilizar: o de baixa ou de alta potência.

O Laser de baixa potência possui ação terapêutica com efeitos analgésico, anti-inflamatório e biomodulador, que acelera a reparação tecidual, podendo ser utilizado até mesmo em bebês. É ideal para tratar estomatites, herpes, aftas, mucosite oral, queilite angular e reduzir a dor da pré-erupção dentária.

A Laserterapia apresenta uma série de mecanismos de ação para controle da dor, modulação do processo inflamatório e reparo, envolvendo o aumento da circulação local e ativação das células de defesa.

Já o Laser de alta potência, é utilizado em cirurgias, o que possibilita a necessidade de menos anestesia e menor sangramento, além de um pós-operatório livre de dor com um tempo menor de cicatrização. É indicado nas frenectomias, para remoção dos freios bucal e lingual, frenotomias, ulotomias, remoção de mucoceles e outras.

A remoção de freios bucais e linguais de bebês e crianças através da lasercirurgia possibilita um procedimento mais simples, rápido e confortável, quando comparado ao método convencional.

Onde encontrar Odontopediatria com laser

Viu como são inúmeros os benefícios dos lasers na odontopediatria? Eles são muito bem aceitos pelas crianças e suas famílias.

Na Innovara Odontologia Moderna, clínica odontológica na Barra da Tijuca, os pequenos se divertem desde a sala de espera até o atendimento. Sim, tem uma mini brinquedoteca em nosso consultório só para eles! Isso faz a familiaridade estar presente no cotidiano, tornando a ida ao dentista algo saudável, sem traumas, com conforto e ao mesmo tempo divertido. Venham nos fazer uma visita! “É divertido Sorrir!”

No próximo artigo falaremos sobre a estomatite infantil. Assine nossa newsletter, siga-nos nas redes sociais e não perca nossos conteúdos! 😉


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No universo da odontologia existem diversas especialidades que, apesar de tratarem problemas diferentes, possuem a mesma finalidade: promover o bem-estar e a saúde bucal do paciente. Hoje nós vamos falar aqui no blog como o laser é utilizado na odontologia e quais são os benefícios que ele pode oferecer ao ser incluído em tratamentos odontológicos.

A origem do laser

Para que você entenda desde o conceito até os benefícios provenientes do seu uso, é importante conhecer ao pé da letra. A palavra laser tem origem inglesa e é a abreviação de (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation), isso quer dizer amplificação de luz estimulada pela emissão de radiação.

Essa tecnologia vem sendo utilizada em diversas áreas da saúde e na odontologia já é uma realidade, capaz de estimular a fotobiomodulação (interação da luz com os tecidos do corpo humano, que promove o aumento do metabolismo celular).

Ficou curioso(a) para conhecer os demais benefícios? Continue acompanhando! 😉

Benefícios do laser

Ao ser utilizado na odontologia, o laser também pode ter caráter terapêutico, como na Laserterapia. Seus efeitos biológicos e clínicos são extremamente benéficos para o paciente, pois podem acelerar o tempo de cicatrização e reduzir o uso de analgésicos, o que torna os tratamentos odontológicos mais rápidos e confortáveis.

O laser também pode ser utilizado para aliviar a dor causada por alguns procedimentos, principalmente nos pré e pós-operatórios. Se para nós, adultos, isso é uma ótima notícia, imagine para as crianças? Ir ao dentista se tornará muito mais divertido e simples!

Aplicações clínicas do laser

A aplicação do laser pode ser útil em diversas condições clínicas, incluindo cirurgias. Confira alguns exemplos:

  • Estomatite infantil;
  • Mucosite Oral;
  • Xerostomia;
  • Aftas e Herpes;
  • Dores orofaciais;
  • Parestesia;
  • Paralisia Facial;
  • Hipersensibilidade dentinária;
  • Movimentação ortodôntica;
  • Colocação de Implantes;
  • Trismo;
  • Lesões orais/Doenças autoimunes;
  • Frenectomias;
  • Gengivoplastia;
  • Remoção de Cárie;
  • Redução microbiana.

Tiramos as suas dúvidas? Então não perca o nosso próximo artigo! Falaremos sobre as diferenças entre os lasers de alta e baixa potência. Aqui em nosso blog você também encontra uma entrevista exclusiva realizada com a Dra. Tatiana Franco sobre a odontologia com laser.

Ficou interessado em realizar algum procedimento a laser aqui na Innovara, clínica odontológica na Barra da Tijuca? Esperamos você! Tel: (21) 2486 3932 | (21) 2143 0898 | (21) 99965 0372. Atendemos de segunda a sexta, das 8h às 18h.


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outubro 24, 2018 Odontopediatria

Quando o assunto é a saúde bucal da criança, o foco geralmente é a prevenção e/ou tratamento da doença cárie, visto que é a patologia que mais acomete a cavidade bucal durante a infância. Porém, apesar de menos prevalente nessa faixa etária, a doença periodontal merece atenção especial, pois é comum a presença de gengivite na dentição decídua e mista, que pode se agravar durante a adolescência, devido às mudanças de hábitos, alterações hormonais e o uso de aparelhos ortodônticos.

O principal  fator etiológico é o acúmulo do biofilme bacteriano e o seu estágio inicial, manifesta-se sob a forma de gengivite,  podendo ser modificada por fatores sistêmicos, utilização de medicamentos ou má nutrição.
O quadro clínico é caracterizado pela vermelhidão intensa e hipertrofia tecidual, sangramento espontâneo das gengivas ou provocado pela sondagem ou escovação dentária. As reações inflamatórias podem se tornar mais exacerbadas à medida que avança a idade das crianças.
Em fases posteriores, decorrentes da própria evolução, a doença pode se manifestar sob a forma de periodontite, com a inflamação envolvendo, também, todos os tecidos de proteção e de sustentação dos dentes, caracterizada pela perda do tecido conjuntivo de sustentação e do osso alveolar.

A Periodontite não é tão frequente, mas geralmente está  associada a fatores de natureza aguda ou crônica, decorrente de alguma condição sistêmica. As formas mais graves de periodontite em crianças geralmente são familiares, com uma predisposição genética para a doença agressiva, e o tratamento pode incluir antibioticoterapia, terapia não cirúrgica e cirúrgica.

Portanto, devemos  considerar  que o que é mais efetivo na diminuição da prevalência das doenças periodontais em crianças e adolescentes é o controle do biofilme bacteriano. Até os sete anos de idade, muitas crianças não têm coordenação motora suficiente para realizar uma correta higiene bucal, com escova e fio dental. Assim, os pais e/ou cuidadores devem  ser orientados a executar a higiene bucal das crianças, até que elas tenham mais destreza manual.

A atuação do odontopediatra na educação e prevenção das doenças Cárie e Periodontal é fundamental, não descartando o tratamento clínico quando for preciso e garantindo assim, a manutenção da  saúde bucal dos mais jovens ao longo da vida.

Dra. Paula Cunha
Especialista em Odontopediatria ABO-RJ
Pós- graduada em Odontologia para Bebês OCEX-RJ
Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Odontopediatria
Ref. Bibl.   Song HJ. Periodontal considerations for children. Dent Clin North Am 2013;57(1):17-37.


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setembro 19, 2018 Odontopediatria

O papel dos pais ou responsáveis é fundamental no controle da cárie.  A criança não é capaz de cuidar-se e alimentar-se sozinha e precisa dos cuidados de um adulto. Abaixo, algumas informações importantes aos pais e cuidadores recomendadas pela Equipe INNOVARAKIDS:

• Participe do tratamento. Converse com a criança sobre a importância de cuidar dos dentes. Só assim a criança sente-se estimulada para cuidar da sua saúde e dos seus dentinhos.

• A cárie é uma doença multifatorial e associada a hábitos e comportamentos. Os pais são exemplos para as crianças e devem sempre manter uma adequada saúde bucal e ter bons hábitos de alimentação e higiene.

• A cárie é uma doença açúcar dependente. Deve-se evitar alimentos adocicados e adesivos como balas, pirulitos, chicletes, biscoitos recheados e refrigerantes.

• Dê preferência a alimentos salgados e frutas entre as refeições.

• Durante o dia a criança pode fazer a escovação sozinha. À noite, antes de dormir, a escovação e o uso do fio dental devem ser executados por um adulto (até os 8-9 anos de idade). Deve-se usar sempre pasta com flúor na concentração padrão (acima de 1000ppm).

• A criança deve escovar os dentes antes da consulta odontológica. Quando não for possível, deve trazer a escova para que a higienização ocorra no consultório.

• Uma escovação inadequada leva a lesões de cárie recorrentes em dentes que já foram tratados.  As restaurações ficam escurecidas e os curativos acabam se soltando, prolongando o tratamento.

• As consultas preventivas após o tratamento são fundamentais para o controle da doença. Não deixe de retornar com a criança para a prevenção!

• Os pais devem aproveitar o momento da escovação diária para      observar os dentes de seus filhos. A presença de manchas brancas é indicativa de início de cárie e assim que percebidas as crianças devem visitar o ODONTOPEDIATRA.

 

Até a próxima!

 

Equipe INNOVARAKIDS.


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setembro 13, 2018 Odontopediatria

A importância das orientações e uma avaliação criteriosa da cavidade bucal de nossas crianças pelo odontopediatra não é novidade para ninguém.  Este especialista é capacitado para o atendimento de gestantes (pré-natal odontológico), bebês, crianças e adolescentes e tem toda a paciência, carinho e estrutura adequada para isso.

Em se tratando de diagnóstico precoce, uma patologia dentária denominada Hipomineralização molar-incisivo (HMI) tem se destacado rotineiramente nos consultórios. A HMI é uma alteração do esmalte dentário, sem etiologia definida, mas provavelmente relacionada a prematuridade, ou fatores como infecções respiratórias, febres altas e doenças sistêmicas durante os dois primeiros anos de vida. Estudos científicos com crianças brasileiras relataram uma prevalência em torno de 20%, entretanto, um estudo realizado na cidade do Rio de Janeiro observou um dado que merece atenção: 40% das crianças apresentaram a patologia em questão.

Diferente da doença cárie, a HMI não está associada ao fator sócio-econômico e a uma dieta rica em sacarose, já que a mesma se caracteriza como um defeito durante a formação dentária. Normalmente é detectada por volta dos 6 a 7 anos de idade e caracteriza-se por opacidades bem delimitadas (manchas brancas, amarelas ou amarronzadas) e/ou fraturas de esmalte, que podem levar a exposição da dentina, sensibilidade e até mesmo cárie decorrente desta perda de estrutura nos incisivos e molares permanentes.

É importante ressaltar que crianças com HMI podem apresentar uma necessidade de tratamento odontológico até 10 vezes maior que outras sem esta patologia. A queixa estética nos incisivos quando a criança sorri pode ser um motivo pela procura ao dentista, mas nem sempre estão presentes. Os molares afetados necessitam de um recobrimento da superfície e um acompanhamento clínico pois, caso contrário, podem sofrer fraturas extensas levando a necessidade do tratamento de canal ou, até mesmo, a extrações dentárias. O tratamento odontológico de pacientes com HMI engloba desde orientações, acompanhamentos e estratégias profiláticas até procedimentos restauradores de alta complexidade.

A busca por um tratamento interdisciplinar e baseado em evidências científicas norteia a equipe de odontopediatria da INNOVARAKIDS. Temos a certeza de que a prevenção e a busca da saúde na infância podem ter um efeito transformador.

Referências Bibliográficas:

WEERHEIJM, K. L.; JALEVIK, B.; ALALUUSUA, S. Molar-incisor hypomineralisation. Caries Res., v. 35, n. 5, p. 390-391,
Sep-Oct 2001. Disponível em: < http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11641576 >

ALALUUSUA, S. Aetiology of Molar-Incisor Hypomineralisation: A systematic review. Eur. Arch. Paediatr. Dent., v. 11, n. 2, p. 53-58, Apr 2010. Disponível em: < http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20403298 >.

SOVIERO, V. et al. Prevalence and distribution of demarcated opacities and their sequelae in permanent 1st molars and incisors in 7 to 13-year-old Brazilian children. Acta Odontol. Scand., v. 67, n. 3, p. 170-175, 2009. Disponível em: < http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19253064 >.

JALEVIK, B.; KLINGBERG, G. A. Dental treatment, dental fear and behaviour management problems in children with severe enamel hypomineralization of their permanent first molars. Int. J. Paediatr. Dent., v. 12, n. 1, p. 24-32, Jan 2002. Disponível em: <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11853245 >.


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setembro 4, 2018 Odontopediatria

O hábito é o resultado da repetição de um ato com determinado fim, tornando-se com o tempo resistente a mudanças. Ocorre por trazer sensação agradável e prazerosa e devido à repetição contínua torna-se inconsciente. No primeiro ano de vida, a sucção tem como função a alimentação, além de ser um mecanismo para descarregar energia e tensão, servindo como fonte de prazer e segurança. Se a sucção for exercida de forma satisfatória e agradável tende a diminuir espontaneamente a partir do quarto mês de vida.

Os hábitos de sucção durante a dentição de leite têm pouco ou nenhum efeito a longo prazo. Porém, se houver persistência durante o período da troca dos dentinhos, é provável que provoquem alterações nas estruturas bucais e talvez só poderão ser corrigidas com a instalação de aparelhos. Essas alterações dependerão da duração, frequência, intensidade, posição do dedo/chupeta na boca, idade de término do hábito, padrão de crescimento da criança e grau de tonicidade da musculatura bucofacial.

Vale comentar que se a criança abandonar o hábito durante a primeira dentição, existe a possibilidade de os problemas serem revertidos. Uma mordida aberta anterior, por exemplo, pode fechar. Entretanto esta correção espontânea pode ser atrapalhada pela presença de distúrbios funcionais – originários ou não dos hábitos de sucção – tais como projeção da língua, interposição do lábio, respiração bucal e mastigação unilateral viciosa.

Devemos procurar entender os motivos que podem estar levando à instauração desse vício (insegurança, medo, necessidade de chamar atenção, por exemplo) buscando distraí-la com brincadeiras que ocupem seu tempo ou até mesmo oferecendo ajuda psicológica à criança quando necessário. Nunca devemos criticar, ridicularizar ou aplicar uma punição à criança por sugar o dedo, pois isso pode reforçar o hábito. Devemos elogiá-la intensamente quando não sugar o dedo ressaltando o comportamento positivo e assim a criança tende a descontinuar o hábito. Quando a decisão de abandonar o hábito parte da criança raramente haverá recaídas.

A melhor forma de acabar com o hábito de chupar o dedo é conversar, dar atenção, carinho e muito amor – uma fórmula bem simples que, com certeza, trará excelentes resultados. As Odontopediatras da INNOVARAKIDS estão prontas para ajudar nesta tarefa! E têm dicas importantes para facilitar o processo!

 

Referências:

1.BELL R. A., DEAN J.A., McDONALD R. E., AVERY D. R. Supervisionando o desenvolvimento da oclusão. Em: McDONALD E AVERY. Odontopediatria para crianças e adolescentes. São Paulo: Elsevier. 2011, p. 545-609.
2.CIAMPONI A. L., RODRIGUES C. R. M. D., ZARDETTO C. G. Hábitos parafuncionais. Em: GUEDES-PINTO, BÖNECKER M., RODRIGUES C.R.M.D. Fundamentos de Odontologia: Odontopediatria. São Paulo: Ed. Santos. 2010, p. 357-379.
3.SCHALKA M.M.S., CUNHA S.R.T., LEBER P. M., CORRÊA, M.S.N.P. Hábitos bucais. Em: CORRÊA, M.S.N.P.

 


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agosto 22, 2018 Odontopediatria

A Innovara se orgulha de mais uma parceria de sucesso para o desenvolvimento saudável das nossas crianças!

 

E a INNOVARAKIDS tem novidades para contar: somos parceiras da Trupe – Centro de Desenvolvimento Infantil, um espaço lúdico-pedagógico criado para oferecer atividades para bebês e crianças entre quatro meses e seis anos.

Nossa equipe trabalha sempre com informações baseadas em evidência e as odontopediatras Dra. Patricia Tannure e Dra. Daniele Cassol participaram de um bate-papo bem descontraído com os responsáveis das crianças, abordando temas como:

 

– a importância da saúde bucal

– o uso de chupetas

– o tipo ideal de pasta de dentes

 

Equipe INNOVARAKIDS e TRUPE: juntos pela saúde infantil



Resp. Técnica: Dra. Tatiana Franco
CRO RJ 21630 | EPAO 369


Av. Armando Lombardi, 1000

Bl. 01 – Sls. 216 e 217
Barra Life Medical Center
Barra da Tijuca – CEP 22640-000
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