post-pacientecancer-embed-1200x628.png

fevereiro 4, 2019 Odontologia Oncológica

Lembrando que no dia 04/02 é comemorado o Dia Mundial do Câncer, citamos aqui algumas informações importantes sobre o impacto das terapias contra o câncer na boca dos pacientes submetidos a esses tratamentos.

Sabemos hoje que mais de 9 milhões de pessoas morrem em todo o mundo devido aos diversos tipos da doença e, até 2030, deve ser a principal causa de morte. Um dos principais problemas é que, muitas vezes, a doença é diagnosticada muito tarde. Por isso, o Dia Mundial do Câncer visa conscientizar sobre o diagnóstico precoce e as causas do câncer, que são muitas e podem estar relacionadas ao meio ambiente (hábitos e costumes) ou à predisposição genética.

A cada dia, as pesquisas científicas vêm demonstrando a necessidade de o paciente ser acompanhado por um dentista especializado antes, durante e após os tratamentos de Quimioterapia, Radioterapia de cabeça e pescoço e Transplante de medula óssea, a fim de se prevenir possíveis complicações e agravos bucais, que muito comprometem a qualidade de vida do paciente e até o resultado do tratamento. As complicações orais podem ser evitadas e minimizadas se medidas preventivas forem instituídas precocemente.

O tratamento quimioterápico pode exercer um papel importante no controle ou cura dos diversos tipos de câncer, mas, apesar de todos os benefícios, muitas são as sequelas que esse tratamento pode acarretar, uma vez que o agente quimioterápico não age somente nas células neoplásicas, mas também nos tecidos normais.

A complicação denominada osteonecrose dos maxilares em pacientes com mieloma múltiplo, câncer de mama e próstata com metástase óssea e que fazem uso de bifosfonatos pode ser evitada com uma boa orientação odontológica prévia ao tratamento.

Assim, os pacientes que irão iniciar o tratamento com bifosfonato devem ser informados pelos oncologistas ou dentistas sobre os riscos dessa complicação a fim de preveni-la da melhor forma. Quando o paciente é devidamente orientado pelo seu médico e sua equipe sobre os riscos e cuidados necessários com a cavidade oral, ele aceita bem o acompanhamento do dentista durante todo o tratamento do câncer. Medidas efetivas nos cuidados de higiene oral devem ser implementadas pelo profissional, e alguns procedimentos devem ser realizados antes do início da terapia antineoplásica.

Os principais efeitos colaterais da Quimio e/ou da Radioterapia de cabeça e pescoço na cavidade oral são o aparecimento de lesões inflamatórias e infecciosas, como a mucosite oral, candidíase, herpes, cáries de radiação, além de necroses ósseas, como a osteonecrose e a osteorradionecrose. Alterações salivares e xerostomia (boca seca) também são muito prevalentes, levando ao aparecimento de cáries, doenças periodontais e predispondo as mucosas ao aparecimento de lesões. É muito importante que o dentista avalie a chance do desenvolvimento de xerostomia, mediante a terapia escolhida e que medidas para prevenção e controle sejam tomadas com o objetivo de contribuir ao máximo com o bem-estar e qualidade de vida do paciente.

A mucosite oral é a mais prevalente lesão inflamatória nas mucosas da boca, podendo aparecer como uma simples hiperemia e evoluir para ulcerações dolorosas, semelhantes às aftas. As lesões ulceradas podem gerar infecções sistêmicas, dificuldade de comer, engolir e até de falar, prejudicando muito o tratamento e a qualidade de vida do paciente.

A Fotobiomodulação ou Laserterapia é uma importante ferramenta que utiliza a Luz, entregando energia diretamente às células teciduais, que sofrerão injúria durante a Quimioterapia e Radioterapia, possibilitando o controle da inflamação e dor, acelerando a cicatrização.

A terapia com laser de baixa potência é um dos tratamentos mais recentes e promissores e tem demonstrado reduzir a gravidade e a duração da mucosite oral, aliviando a dor significativamente. A Associação Multinacional de Cuidados de suporte em Câncer (MASCC) e a Sociedade Internacional de Oncologia Oral (ISOO) publicaram recentemente orientações para a prevenção da mucosite oral. A intervenção foi recomendada em pacientes recebendo transplante de células-tronco hematopoéticas com ou sem irradiação de corpo inteiro (nível de evidência II) e em pacientes que receberam radioterapia de cabeça e pescoço sem quimioterapia concomitante (nível de evidência III).

Já está claro que a severidade das lesões orais depende de vários fatores, como a idade do paciente, o tipo de câncer, as condições da mucosa oral anteriormente ao tratamento quimioterápico e radioterápico e o nível de cuidado oral realizado durante o tratamento. Há casos em que será necessário muito tempo para estabilização da condição oral e o dentista precisa discutir com a equipe médica como isso afetará o momento do tratamento ou os protocolos estabelecidos para o paciente.

O profissional inovador deve apresentar uma visão transdisciplinar, discutindo sempre com médicos e outros especialistas qual o melhor tratamento odontológico a ser eleito antes, durante e após o tratamento do câncer, somando competências no cuidado com a saúde global do paciente oncológico pediátrico e adulto. O tratamento odontológico ideal deve ser iniciado pela avaliação do periodontista, que, através de um tratamento periodontal prévio, pode reduzir o potencial de infecções provenientes de sítios periodontais e a severidade das mucosites. A presença do periodontista no atendimento e acompanhamento desse grupo de pacientes faz toda a diferença antes, durante e após o tratamento oncológico, onde os cuidados com a higiene bucal devem ser ainda mais rigorosos.

Vale lembrar também que o momento do diagnóstico e início do tratamento da doença são geralmente bastante conturbados e de muita ansiedade perante o paciente e seus familiares, sendo difícil, por muitas vezes, conscientizá-lo da necessidade de ir ao dentista.

Na INNOVARA, através de uma equipe especializada e atendimento humanizado, planejamos todo o tratamento odontológico necessário e indicado para cada fase do tratamento oncológico, incluindo a laserterapia para prevenir e tratar a mucosite e outras manifestações orais.

Além disso, você encontra a Laserterapia HOME CARE realizada por nossa equipe, caso não se sinta bem o suficiente para se deslocar até a clínica e necessite de maior comodidade. Ainda tem dúvidas? Ligue para nós e agende uma avaliação!


innovara.png

Desde o dia 2 de janeiro, os beneficiários de planos de saúde individuais e coletivos passaram a ter direito a mais de 21 novos procedimentos, incluindo exames laboratoriais, além de mais um medicamento oral para tratamento de câncer em casa e ampliação do número de consultas com fonoaudiólogo, nutricionistas, fisioterapeutas e psicoterapeutas.

Entre as novidades deste rol de procedimentos está a Laserterapia para prevenir e tratar a mucosite Oral, importante efeito colateral provocado pelas terapias antineoplásicas como a Quimio e ou Radioterapia de cabeça e pescoço. Não podemos esquecer de priorizar esse importante benefício, ao lembrarmos de que a mucosite é uma inflamação nas mucosas da boca que geram muita dor e desconforto ao paciente, impedindo-o de comer, deglutir e até de falar.

Por isso, antes de iniciar o tratamento do câncer, lembre-se sempre de ir ao dentista especializado no atendimento de pacientes oncológicos para se informar e programar o as sessões de laser que serão feitas em sua boca.

Certamente se sentirá recompensado com a cobertura desse tipo de tratamento pelo seu plano, pois lhe trará uma melhor qualidade de vida! Não perca tempo, venha nos conhecer! E se não se sentir bem o suficiente para enfrentar todas as sessões de Laserterapia na clínica, iremos até você através do nosso atendimento homecare.

ENTREVISTA DA DRª TATIANA FRANCO NO PROGRAMA SEM CENSURA DA TV BRASIL

A Drª Tatiana Franco, especialista em Periodontia, Implantodontia e Laserterapia, foi a convidada de Leda Nagle no dia 27.11 para falar sobre a saúde bucal. A periodontista falou sobre a importância de se manter saúde bucal em pacientes com determinadas doenças sistêmicas incluindo o câncer.

A Drª Tatiana Franco, atualmente é diretora e responsável técnico-científica da Clínica INNOVARA – Odontologia Moderna, participando ativamente de inúmeros congressos nacionais e internacionais relacionados às suas áreas de atuação, buscando sempre aperfeiçoar o seu trabalho ao valorizar o novo, o cuidado e a obtenção de resultados juntamente com a sua equipe.

Confira: > https://www.youtube.com/watch?v=JdQLhOA2y10


untitled-1.png

Continuando a falar sobre o importante papel do dentista em pacientes com câncer , vale lembrar que o momento do diagnóstico e início do tratamento oncológico é  geralmente bastante conturbado e de muita ansiedade perante o paciente e seus familiares, sendo difícil, por muitas vezes, conscientizá-lo da necessidade de ir ao dentista.

Os efeitos colaterais que podem surgir em toda a cavidade oral durante o tratamento de Quimio e/ou Radioterapia são os seguintes: mucosite, xerostomia, candidíase, herpes, doença periodontal, abcessos, osteonecrose, disgeusia, cáries de radiação, osteorradionecrose, trismo e outros.

Segundo a Dra. Tatiana Franco, a terapia a laser de baixa potência ou laserterapia pode contribuir muito na prevenção e tratamento das diversas manifestações bucais decorrentes, principalmente na mucosite oral.E  a boa notícia é , que a partir de janeiro de 2016, os planos de saúde darão cobertura a este procedimento tão importante para a melhora da qualidade de vida dos pacientes oncológicos.

Atualmente, identificou-se uma nova complicação bucal em pacientes com mieloma múltiplo, câncer de mama e próstata com metástase óssea e que fazem uso de uma medicação denominada bisfosfonatos.Essa complicação  denomina-se osteonecrose dos maxilares que, certamente, poderá ser evitada com uma orientação odontológica prévia ao tratamento.

Portanto, a fim de prevení-la,os pacientes que irão iniciar o tratamento com bisfosfonato, devem ser informados pelos oncologistas ou dentistas sobre os riscos dessa complicação.Quando o paciente é devidamente orientado pelo seu médico e pela sua equipe multidisciplinar sobre os riscos e cuidados necessários com a cavidade oral, ele aceita bem o acompanhamento do dentista, que deve ser especializado, durante toda a terapia antineoplásica.

Assim, o paciente oncológico poderá obter uma melhora na sua qualidade de vida , contando sempre com o apoio de uma equipe multiprofissional incluindo o dentista.

Dra. Tatiana Franco
Especialista em Periodontia(UFRJ) e Implantodontia(UNIGRANRIO).
Habilitada em Laserterapia (USP/CFO) e pós-graduada em odontologia para pacientes oncológicos  (Instituto Sírio Libanês de Pesquisa-SP).


periodontia.png

A odontologia tem um papel importante no diagnóstico precoce de determinadas lesões malignas, e ainda, pode promover a melhoria da qualidade de vida e do tempo de sobrevida dos indivíduos acometidos pela doença. Exames bucais periódicos e o diagnóstico precoce das alterações gengivais malignas é extremamente importante na corrida contra o câncer, já que, podem se assemelhar às doenças periodontais associadas apenas ao acúmulo de biofilme dental.

Outras doenças malignas como Linfomas, Sarcomas e Leucemias, embora menos freqüentes, podem ter repercussão direta no periodonto, simulando quadros periodontais inflamatórios.Como exemplo, podemos citar a Leucemia, doença hematológica maligna, que pode se manifestar em estágio inicial como Gengivite Marginal por até dois anos, sem que haja um maior comprometimento sistêmico.

Além disso, complicações bucais ou sistêmicas de origem periodontal podem ocorrer em qualquer fase da terapêutica oncológica, sendo fundamental uma avaliação periodontal antes de se iniciar o tratamento, a fim de se eliminar e prevenir fatores de risco de origem dentária. O Comitê de Pesquisa, Ciência e Terapia da Academia de Periodontia, em 1997, afirmou que o tratamento ideal do paciente com câncer deveria ser iniciado pela avaliação do periodontista, que através de um tratamento periodontal prévio, pode reduzir o potencial de infecções provenientes de sítios periodontais e a severidade das mucosites. É importante lembrar que,  a presença do  periodontista especializado no atendimento e acompanhamento desse grupo de pacientes, faz toda a diferença  durante todo o tratamento do câncer proposto pela equipe médica.

A Mucosite oral, inflamação da mucosa que muitas vezes se parece com aftas, é conseqüência da Quimio e/ou Radioterapia e provoca muita dor e muita dificuldade para comer, deglutir e até para falar. Além disso, servem como porta de entrada para microorganismos, aumentando significativamente o risco de infecções e o maior tempo de hospitalização.

Estudos recentes demonstram que a Laserterapia é hoje uma excelente ferramenta na prevenção e no tratamento da mucosite oral, diminuindo a dor e acelerando a cicatrização das lesões. Seria importante que todos os centros de quimioterapia e radioterapia priorizassem a tecnologia a laser integrada ao serviço prestado, a fim de trazer mais saúde e melhor qualidade de vida ao paciente oncológico.

A atuação do periodontista durante o tratamento oncológico, possibilita o alívio do desconforto bucal , minimizando as infecções secundárias aliada à  manutenção de uma boa higiene bucal. A mesma atenção deve ser dada após o tratamento oncológico, podendo  os dentes serem restaurados e tratados, a fim de uma possível estabilização das complicações tardias conseqüentes do tratamento, bem como a manutenção periódica periodontal de 3/3 meses deve continuar sendo valorizada.

Sendo assim, a prevenção e a eliminação da dor e do desconforto bucal devem ser alvo dos cirurgiões-dentistas e periodontistas especializados , e a atuação periodontal apropriada é de fundamental importância antes, durante e depois do tratamento oncológico.

SEJA CONSCIENTE E PREVINA-SE!!!!!!!!
PROCURE UM PERIODONTISTA.

Dra. Tatiana Franco
Especialista em Periodontia(UFRJ) e Implantodontia(UNIGRANRIO).
Habilitada em Laserterapia (USP/CFO) e pós-graduada em odontologia para pacientes oncológicos  (Instituto Sírio Libanês de Pesquisa-SP).


innovara-sirio-aperfeicoamento.jpg

A Dra. Tatiana Franco, periodontista e implantodontista da INNOVARA, esteve no Instituto Sírio Libanês em São Paulo nos dias 8 e 9/05 para mais um módulo do curso – Odontologia para Pacientes Oncológicos” – onde foram abordados temas importantes como princípios da cirurgia e da radioterapia de cabeça e pescoço, a implantodontia nos pacientes oncológicos e a importância da interação da equipe multiprofissional composta por  médicos, dentistas, enfermeiras, nutricionistas, psicólogas e fonoaudiólogas nos cuidados do paciente com câncer.
As aulas foram ministradas por profissionais renomados das diversas áreas, onde trabalhos  da literatura atual foram citados e discutidos durante todo o tempo.

Como fatores de risco principais para o Câncer Bucal podemos citar o Tabagismo , Etilismo, HPV- 16, dentre outros. Numa metanálise recente, estudos mostraram que o risco de Câncer Bucal aumenta em duas vezes e meia quando o indivíduo não escova bem os dentes.

E a boa notícia é que podemos contar hoje com uma tecnologia de ponta para a Radioterapia – a IMRT com arco rápido , que traz maior conforto para o paciente e é utilizado no tratamento dos cânceres de cabeça e pescoço, onde o mapeamento  da região  a ser tratada é feita através de um sistema de planejamento virtual 3D,  diminuindo assim a toxicidade e  o risco de irradiar e lesionar regiões sadias.

Existe sempre uma pergunta neste grupo de pacientes: A radioterapia queima?
E hoje, podemos com firmeza afirmar:
Não. Cura!


innovara-como-seu-filho-dorme-2-1.jpg

Nos dias 17 e 18 de abril, a Dra. Tatiana, periodontista da Innovara,  esteve no Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa em São paulo para mais um módulo do Curso “Odontologia para Pacientes Oncológicos.”
Pôde conferir através de aulas ministradas pelos Prof. Dr. Celso Arrais, médico hematologista do centro de oncologia do Sírio Libanês,Dra. Maria Elvira Corrêa, dentista do Hemocentro da Unicamp e outros, a importância da participação do dentista no tratamento das doenças oncohematológicas, como Leucemias, Linfomas e Mielomas ,  incluindo o Transplante de Medula Óssea. A principal manifestação bucal durante o transplante de medula óssea é a Mucosite, podendo ser prevenida ou tratada de várias formas, mas com ótimos resultados através da laserterapia.
O mesmo pode-se dizer para a Radioterapia de cabeça e pescoço, onde a Mucosite pode acometer a boca em quase 100% dos casos, além de outras lesões bucais como herpes, candidose, xerostomia, ageusia, cáries , trismo, complicações periodontais e osteorradionecrose dos maxilares.  Portanto, a integração do dentista na equipe multidisciplinar que cuida do paciente com câncer é essencial a fim de poder proporcionar uma melhoria na qualidade de vida destes pacientes.

Apenas uma mensagem em meio a um vasto conteúdo e troca de conhecimentos!!


innovara-odontologia-moderna-odontologia-pacientes-oncologicos-1200x900.jpg

janeiro 31, 2018 Odontologia Oncológica

A Dra. Tatiana Franco , especialista em Periodontia e diretora da Clínica INNOVARA- Odontologia Moderna, esteve presente no curso “Odontologia para Pacientes Oncológicos” no Instituto de Pesquisa Sírio Libanês em São Paulo, nos dias 6 e 7 de março.

O objetivo principal é manter-se atualizada juntamente com a equipe de professores médicos oncologistas , patologistas orais e profissionais da saúde , a fim de poder proporcionar cada vez mais, o melhor tratamento odontológico especializado para este grupo de pacientes.

Vários assuntos relevantes foram abordados neste 1º módulo, como a toxicidade do tratamento sistêmico dos diversos tipos de câncer e sua repercussão nos tecidos orais, a importância do acompanhamento odontológico  antes, durante e após o tratamento de Quimio e/ou Radioterapia, além do importante papel do dentista no diagnóstico precoce de lesões pré-malignas na cavidade oral e do Câncer de boca.

E no próximo mês, tem mais novidades!

 


innovara-oncologia.jpg

janeiro 23, 2018 Odontologia Oncológica

Apesar de ser muito importante para o tratamento do câncer, a quimioterapia e a radioterapia podem desencadear alguns sintomas que, quando não tratados, prejudicam a saúde da boca e, até mesmo, o tratamento do câncer.
Por isso, a Dra. Tatiana Franco  faz um alerta: os cuidados com a higiene bucal durante o tratamento da doença devem ser ainda mais rigorosos.
Cada pessoa reage de maneira diferente à quimio e à radioterapia, mas alguns efeitos colaterais são mais comuns, deixando os dentes, a gengiva e a mucosa sensíveis. Entre as queixas frequentes estão a perda de paladar e o surgimento de mucosite (feridas), xerostomia (boca seca), candidose (infecção por fungos conhecida como sapinho) e cárie de radiação. Estes sintomas podem ser temporários ou permanentes, dependendo do local e tipo de tumor, assim como da dose das medicações utilizadas.
É importante destacar que é possível prevenir e controlar estes problemas, e a principal ferramenta para isto é a manutenção rigorosa da higiene bucal. Além disso, o paciente precisa de cuidado odontológico antes, durante e após as terapias para o câncer.

 

“Consultas periódicas com o dentista são sempre essenciais. No caso do paciente oncológico, essa necessidade se acentua ainda mais. Estas pessoas deverão receber cuidados odontológicos especiais por toda a vida”, explica Dra. Tatiana Franco, periodontista e diretora da Innovara-Odontologia Moderna.



Resp. Técnica: Dra. Tatiana Franco
CRO RJ 21630 | EPAO 369


Av. Armando Lombardi, 1000

Bl. 01 – Sls. 216 e 217
Barra Life Medical Center
Barra da Tijuca – CEP 22640-000
Rio de Janeiro-RJ


(21) 2486 3932 | 2143 0898
(21) 99965 0372

Não aceitamos Convênios


Fique por dentro das novidades da INNOVARA e cadastre-se agora!



Site desenvolvido por Agência Vulpix

WhatsApp chat